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Os Fantoches de Gelo e Fogo (Parte 1)

2020.05.16 04:43 altovaliriano Os Fantoches de Gelo e Fogo (Parte 1)

Texto em inglês: https://asoiaf.westeros.org/index.php?/topic/134726-the-puppets-of-ice-and-fire/
Author: KingMonkey
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– Você não é alta demais – Dunk replicou. – Você tem a altura certa para... – Percebeu o que estava prestes a dizer e corou furiosamente.
– Para? – perguntou Tanselle, inclinando a cabeça de modo inquisidor.
– Fantoches – ele completou sem convicção.
(O Cavaleiro Andante)
O fantoche em questão é o pobre e apaixonado Dunk. Duncan, o Pateta, Dunk, o Alto, cabeça-dura como uma muralha do castelo, um homem simples ao redor do qual grandes eventos giram. Não é por algo que Dunk faz que rebeliões florescem e se espalham, ou que os príncipes morrem ou se tornam reis aonde quer que ele vá. Ele não faz essas coisas acontecerem, embora ele seja o meio pelas quais elas acontecem. Ele dança enquanto o destino puxa suas cordas de marionetes para um lado e para o outro. Ele é o Bobo do Destino.
As histórias de Dunk e Egg funcionam como uma espécie de microcosmo do mundo do fogo e do gelo; vinhetas que informam e dão informações. Eles são um modo de GRRM poder explorar seu mundo paralelamente, espelhando, mas não interferindo no enredo dos livros principais. Se Dunk é um fantoche, todos os ‘jogadores’ das Crônicas também são? É um espetáculo de pantomimeiro, GRRM gosta muito de nos lembrar. Talvez ele esteja nos dizendo mais do que pensamos.
O que segue abaixo não é tanto uma teoria; mais uma observação. Existe um padrão de eventos que podem ser encontrados repetidos em ASOIAF e, o que quer que isso signifique, parece estar conectado aos mistérios principais da saga. Eu suspeito que efetivamente é o mistério principal da saga.
Esses ecos podem ser um dispositivo puramente literário, um uso de paralelismo para reunir idéias compartilhadas. Pode ser algo um pouco maior. Um ritual em que as pessoas se deparam, mais ou menos acidentalmente, mais ou menos conscientemente. Ou pode ser um desses eventos criados pelas ondulações mágicas no rio do tempo, que fazem com que eventos se repitam como ecos antes e depois. Ou talvez seja uma história, desesperada para ser contada, vazando nas narrativas de muitos personagens e moldando as histórias deles a sua imagem e semelhança. Talvez seja uma mistura disto tudo.
Cada vez que vemos esses eventos ecoarem, alguns detalhes são compartilhados e outros são alterados. É como se a história estivesse lutando para ser realizada, mas o ritual nunca é realmente cumprido. Entre as lutas pessoais dos personagens que lemos, há uma luta maior que eles estão lutando sem saber. Um destino que puxa suas cordas de marionetes e os faz dançar ao som da canção de gelo e fogo.
Tudo parecia tão familiar, como um espetáculo de pantomimeiros que ele já vira antes. Só que os pantomimeiros haviam mudado.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
Tudo começa com a Torre da Alegria. A linguagem que Martin usa no sonho de Eddard é diferente de quase tudo que há nos livros. É um sonho, com certeza, mas há mais do que isso. A linguagem é ricamente poética de uma maneira que Martin raramente emprega, e o diálogo é altamente antinatural e ritualístico. Tudo na maneira como está escrito grita que é altamente importante para o leitor.
A cena da Torre da Alegria é apresentada a nós como um mistério e parece ter uma conexão com o subjacente tema central de fogo e gelo. As pessoas gastam muito tempo tentando analisar essa cena vital da Torre da Alegria, mas geralmente perdem um ponto importante: os eventos na Torre da Alegria não são únicos.
Ao longo do texto, há vários ecos da Torre da Alegria, cenas que à primeira vista não parecem relacionadas, mas compartilham uma conexão às vezes muito clara. Quando começamos a procurar qualquer padrão, é inevitável encontrá-los em todos os lugares. Encontrar padrões e paralelos é o truque favorito do cérebro. Por esse motivo, peço cautela com o que você está prestes a ler. Mas acho que você concordará que pelo menos a maior parte disso é real, porque se encaixa um pouco bem demais para não ser.
Não sou a primeira pessoa a notar pelo menos alguns desses ecos. Muitas pessoas já examinaram as idéias discutidas aqui antes. Nem tudo é de forma alguma novo, mas se alguém já juntou tudo isso antes, eu nunca vi. É algo que vale a pena fazer, porque ajuda a contextualizar muitas idéias e teorias diferentes,
O primeiro desses ecos acontece logo após o sonho de Ned Stark e é fácil de entender, porque o próprio Ned percebe que é um eco.

Os quatro grandes

1 - A Fortaleza de Maegor
Os aposentos reais ficavam na Fortaleza de Maegor, um maciço e quadrado forte que se aninhava no coração da Fortaleza Vermelha por trás de muralhas com três metros e meio de espessura e um fosso seco coberto de espigões de ferro, um castelo dentro do castelo. Sor Boros Blount guardava a extremidade mais afastada da ponte, com a armadura de aço branco que o fazia parecer um fantasma à luz da lua. Lá dentro, Ned passou por dois outros cavaleiros da Guarda Real: Sor Preston Greenfield estava ao fundo das escadas, e Sor Barristan Selmy esperava à porta do quarto do rei. Três homens de manto branco, pensou, recordando, e sentiu-se atravessado por um estranho frio.
(AGOT, Eddard XIII)
A coisa mais importante sobre esse eco é que o GRRM nos diz que está lá. O frio de Ned ao ver a conexão em si convida o leitor a reconhecer esse eco e procurar mais. Pouco depois de ter seu sonho, Ned entra em uma torre guardada por três guarda-reis, para ver um ente querido moribundo (Robert é "mais próximo que um irmão"). Existem mais conexões do que aquelas quando olhamos mais de perto.
Sete pessoas foram citadas fora os três guardas reais e o "irmão" moribundo: Ned: Cayn, Tomard, Cersei, Pycelle, Varys e Renly. Sete e três, como no sonho. Ned exige saber onde estava a Guarda Real quando os eventos que àquele momento aconteceram ("Onde estava Sor Barristan e a Guarda Real?" vs. "eu me pergunto onde estariam"). O quarto cheira a sangue. Ned faz uma promessa. Estes são todos os elementos compartilhados com a sequência Torre da Alegria. GRRM nos diz o seguinte: “Prometa-me, Ned, disse a voz de Lyanna num eco".
Existem outros elementos compartilhados também? Não sabemos tudo o que aconteceu no Torre da Alegria, então talvez alguns desses eventos desconhecidos também ecoem aqui. Robert fala com Ned sobre seus preparativos para o funeral, como Lyanna fez também. Ele até decide preservar a vida de uma criança Targaryen, parente de Rhaegar. As últimas palavras de Roberts são "Tome conta dos meus filhos por mim". As palavras de Lyanna poderiam muito bem ter sido bastante parecidas.
2 - O sonho de Cersei
Sonhou um sonho antigo, sobre três garotas com manto marrom, uma velha encarquilhada e uma tenda que cheirava a morte.
Sonhava um sonho antigo: três garotas de mantos marrons, uma velha rabugenta e uma barraca que cheirava a morte.
(AFFC, Cersei VIII)
O sonho de Cersei, onde ela se lembra de sua visita a Maggy, a Rã, parece ter pouca conexão com a Torre da Alegria, mas reproduz grande parte da linguagem do sonho de Ned. Temos que olhar um pouco mais de perto para ver os paralelos.
Cersei e suas duas companheiras fazem três. Elas não são guardas-reais, mas estão usando mantos. Em uma estranha inversão da Torre da Alegria, as três são quem tentam entrar, em vez dos que estão vigiando. Ficamos "No sonho, os pavilhões eram sombreados, e os cavaleiros e servos por quem passavam eram feitos de névoa", obviamente remanescente dos de Ned. "No sonho, os pavilhões encontravam-se cobertos de sombras, e os cavaleiros e criados por que passavam eram feitos de neblina".
Não há torre aqui, eles entram em uma tenda. Há alguém deitado na cama naquela barraca, mas é uma maegi, e não uma garota moribunda, embora a barraca cheire a morte. Como na Torre da Alegria, há quatro perguntas e há sangue. Recebemos um eco final com "Mas, no sonho, seu rosto se dissolveu, derretendo-se em fios de névoa cinzenta até que tudo o que restou foram dois olhos vesgos e amarelos, os olhos da morte", em comparação com o sonho da Torre da Alegria, "Uma tempestade de pétalas de rosa soprou através de um céu riscado de sangue, azul como os olhos da morte."
Há tantos detalhes diferentes aqui que é o eco fica distante, mas óbvio. Pode nos dizer algo mais sobre o original. As perguntas de Cersei são sobre os filhos que ela acredita que terá com Rhaegar. Embora ela seja uma das três, Cersei é um tipo de substituto para Lyanna. Lyanna roubou dois reis de Cersei, e isso faz de Cersei uma espécie de Lyanna mal-sucedida. Talvez então esse eco, apesar da linguagem obviamente semelhante, seja um exemplo de uma falha desse ritual, ou ciclo de eventos, ainda em desdobramento.
3 - A batalha no bordel
Outro desses ecos ocorre antes mesmo de chegarmos ao sonho de Ned, tornando-o particularmente difícil de identificar (o crédito vai para Pretty Pig, acredito, por achar esse).
Em A Guerra dos Tronos, cap. 35, Ned Stark visita um bordel. Enquanto estava lá, Ned prometeu a uma garota que seu filho bastardo não ficaria desamparado, ela sorriu um sorriso que "lhe destroçara o coração", e seus pensamentos voltaram-se para Lyanna, depois para Jon e depois para Rhaegar. Este é um paralelo óbvio ao encontro de Ned com Lyanna, mas o paralelo da Torre da Alegria está longe de terminar por aqui. Depois de deixar o bordel, Eddard é abordado por Jaime, e a cena é bastante familiar.
As conexões aqui precisam de um pouco mais de concentração, mas a primeira é bem clara. Jaime veio exigir o retorno de seu irmão, que foi sequestrado enquanto viajava perto de Harrenhal. Ned foi a Torre da Alegria para exigir o retorno de sua irmã, que foi seqüestrado enquanto viajava perto de Harrenhal.
Existem outros links também. Os oponentes de Ned estão encobertos, embora sejam mais escarlates do que brancos. Os homens de Ned estão a cavalo, mas as pessoas contra quem ele luta estão a pé, na vida como era em seu sonho. Há um Lannister (Jaime) que não está a pé, como se quisesse chamar a atenção para o seu cavalo, que é mencionado várias vezes. O cavalo é um "garanhão baio puro-sangue" ou, em outras palavras, um garanhão vermelho, como o "grande garanhão vermelho" de Lorde Dustin, o único cavalo descrito no sonho da Torre da Alegria.
Nós temos “os homens de Ned tinham puxado as espadas, mas eram três contra vinte" aqui, como " Os espectros de Ned puseram-se ao seu lado, com espadas fantasmagóricas nas mãos. Eram sete contra três". Se você tem alguma dúvida em ralação à discrepância nos números, pergunte-se por que o GRRM optou fazer com que Ned visse a luta em termos de vinte contra três, quando, na verdade, havia quatro homens lá. Ned esqueceu de se contar.
Temos "fantasmas em mantos vermelhos", que soam familiares em razão da referências a sombras / névoa / espectros que vemos no sonho da Torre da Alegria e de Cersei. Ned é acompanhado por Jory Cassel aqui, como foi acompanhado pelo pai de Jory na torre. Oito homens morreram na luta, exatamente como na Torre da Alegria.
4 - A Tenda da Alegria, os Dançarinos de gelo e fogo
Como você tem uma Guarda Real se não for um rei? Se você é um khal, em vez disso, você tem companheiros de sangue e Drogo tinha três. Cohollo, Qotho e Haggo encontram seu fim lutando fora de uma barraca; lá dentro, alguém está morrendo de febre. Os paralelos aqui são muitos e os eventos claramente mágicos por natureza.
No capítulo 64 de A Guerra dos Tronos, podemos estar diante do evento original que ecoou para trás e para a frente no tempo, ou da realização que mais chegou perto do ritual que o destino demanda que seja realizado, ou de um negativo sombrio do Torre da Alegria.
Os três Companheiros de Sangue são reflexos sombrios dos três guardas reais na Torre da Alegria. Cohollo, lembremos, é um homem velho. Como o "velho Sor Gerold Hightower", temos o "velho Cohollo". Qotho é temível com o arakh, como Dayne era um temível com a espada: "Qotho dançou para trás, fazendo girar o arakh por cima da cabeça num borrão cintilante, rilhando como um relâmpago, quando o cavaleiro arremeteu numa investida. Sor Jorah fez a melhor parada que foi capaz, mas os golpes sucediam-se tão depressa que parecia a Dany que Qotho tinha quatro arakhs em outras tantas mãos" (AGOT, Daenerys VIII). Dayne "tinha um sorriso triste nos lábios", enquanto "os lábios de Qotho mostraram seus dentes tortos e escuros numa terrível caricatura de sorriso". A luta no Torre da Alegria começa quando Dayne puxa sua espada. A luta na tenda quando Qotho puxa seu arakh. A espada de Dayne está "viva de luz". O Arakh de Qotho era um “borrão cintilante, brilhando como um relâmpago”.
Diante dos três estão sete: Jhogo, Aggo, Jorah, Rakharo, Dany, Quaro e Mirri Maz Duur. Apenas seis mortes ocorreram na barraca: Rhaego, Cohollo, Qotho, Quaro, Haggo e o cavalo de Drogo, mas houve mais duas mortes temporariamente suspensas, Mirri Maz Duur e Drogo, para compor as oito:
[Daenerys]: Diga-me lá outra vez o que salvou.
– A sua vida.
Mirri Maz Duur soltou uma gargalhada cruel.
– Olhe para o seu khal e veja de que serve a vida quando todo o resto desapareceu.
(AGOT, Daenerys IX)
Dany recusa a sugestão de Jorah de fugir para Asshai, como os três guarda reais não fogem. Lorde Dustin tinha um "grande garanhão vermelho" na Torre da Alegria. O "grande garanhão vermelho" de Drogo é sacrificado na barraca.
Na Torre da Alegria, "Ned colocara depois a torre abaixo, e usara suas pedras sangrentas para construir oito montes sepulcrais no topo daquela colina.". A tenda de "sedareia salpicada de sangue" de Drogo desempenha um papel semelhante. Em sua pira funerária, Dany queima os tesouros de Drogo... e o primeiro item mencionado é sua tenda.
No Torre da Alegria havia um "céu riscado de sangue", na tenda o "céu era de um vermelho ferido".
"Dentro da tenda, as sombras rodopiavam" ecoam na iconografia de sombras que vimos na Torre da Alegria, no sonho de Cersei e na Batalha no Bordel.
Um dos detalhes mais intrigantes e intricados da cena da barraca é: " Dentro da tenda, as formas dançavam, escuras contra a sedareia, rodeando o braseiro e o banho sangrento, e algumas não pareciam humanas. Vislumbrou a sombra de um grande lobo, e outra que era como um homem envolvido em chamas".
O próximo capítulo de Dany começa com seu próprio sonho febril. No sonho, Drogo desaparece com as estrelas, Jorah desvanece, Viserys queima, Dany queima, Rhaego queima e Rhaegar queima. O homem envolto em chamas é um Targaryen, o lobo é obviamente um Stark. Não é exagero dizer que na Torre da Alegria, um grande lobo e um homem de fogo dançaram também.
submitted by altovaliriano to Valiria [link] [comments]


2019.04.24 02:30 Spookycliquebr Twenty One Pilots para a NME [traduzido]

As filiais da B&Q em Birmingham devem estar fazendo um grande comércio de fita adesiva amarela. Fora do Resort World Arena da cidade, em 27 de fevereiro, os adolescentes estão aplicando-o avidamente ao uniforme verde do exército. À medida que mais tropas descem - com lenços de pescoço amarelos usados ​​como máscaras - é como um elenco para uma versão júnior de The Purge.
Os espectadores podem ser perdoados por presumir que uma demonstração Anônima vai acontecer, mas esta é a Skeleton Clique, superfanbase ferozmente dedicada de Twenty One Pilots, esperando do lado de fora do local seis horas antes do duo de Ohio estar no palco para dar o pontapé inicial no Reino Unido de sua gigantesca Bandito Tour.
Eles fizeram meticulosamente cosplay dos uniformes do vocalista Tyler Joseph e do baterista Josh Dun na arte e vídeos apocalípticos de seu último álbum, "Trench". Alguns se sentam esboçando fotos de seus ídolos. Um aperta um banner estampado com as palavras "VOCÊ SALVOU MINHA VIDA".
É apropriado, porque Twenty One Pilots - com seus principais temas de insegurança, saúde mental e fé - é uma banda perfeita para salvar a vida, uma referência para aqueles que acham que ninguém os entende.
No papel, no entanto, eles são desafiadoramente estranhos. Com "Trench", eles criaram um mundo mítico de alto conceito - que pode confundir até mesmo os roteiristas de Lost. Vagamente, sua trama diz respeito a uma cidade alegórica chamada Dema e os nove bispos ditatoriais que impedem seus habitantes de escapar - e a força rebelde de bandidos que buscam libertá-los. Mas há muito mais do que isso.
Longos sub-threads Reddit são dedicados a decodificar significados ocultos em músicas e decifrar pistas em cada peça de mídia que a banda lança. Há muitos ovos de páscoa: por exemplo, o nome completo de 'Nico' da música 'Nico e os Niners' - um grande inimigo - é Nicolas Bourbaki, que é o pseudônimo coletivo para os cientistas que inventaram a notação de zero - o ø usado na marca de twenty one pilots.
Musicalmente, eles são igualmente pouco convencionais: uma geração Spotify pós-gênero mistura de estilos que facilmente se exercitam através do rap, reggae, R&B, prog, electro-pop, indie - basicamente, eles voltaram a mão para tudo “Canto da garganta mongol”. No entanto, de alguma forma, é verdade que "Blurryface" - seu quarto álbum inovador - enviou o duo estratosférico em 2015, permitindo que o baterista Josh Dun fizesse seus backflips de marca regristrada nos maiores palcos do mundo.
Nos bastidores da arena, os assistentes [de palco] estão montando a elaborada e visualmente espetacular produção de Bandito, que envolve um carro em chamas, e dublê [de corpo] que permitem que um Tyler vestido de capuz desapareça e reapareça, como Houdini, no meio da música, em diferentes partes da arena.
Versões de brinquedos peludos do Ned - o personagem CGI gremlin que eles introduziram recentemente no vídeo "Chlorine" - sobre os alto-falantes. Quando nós primeiro pegamos um vislumbre de Josh - conhecido por suas acrobacias - ele está tocando bateria de ar e fazendo piruetas no ar para suas próprias músicas. Mais tarde, ele e Tyler brigam com os aspiradores de pó que estão sendo usados ​​para aspirar o palco.
Mas eles têm foco de laser. Na música de "Trench", "Bandito", Tyler canta: "Eu criei este mundo para poder sentir algum controle", e você acha que isso se estende a todos os aspectos da banda. Sua pequena equipe de proteção vem de sua cidade natal, Columbus, e tudo o que a NME faz com a banda acontece sob o olhar atento de seu círculo íntimo.
Durante nosso bate-papo de 70 minutos, o gerente da turnê está parado na porta do camarim, aumentando a sensação de que você pode ser transportado para um bunker, emergindo meses depois, reprogramado e enrolado em uma fita adesiva amarela.
Felizmente, a banda é charmosa e solícita. O principal compositor, Tyler, vacila de ser intenso a imbecil ("Nós passamos tanto tempo juntos, eu sinto que sei tudo sobre John", ele brinca com Josh).
Quando ele está dizendo algo revelador, evita o contato visual. Josh é seu lastro lúdico, tendendo a sentar em silêncio e participar apenas quando há uma piada. Nem xinga - nem sequer uma vez. Tendo vindo direto de uma sessão de autógrafos do HMV, Tyler está preocupado com sua voz. "Eu tentei não falar com nenhum deles, mas não posso evitar", diz ele. "Eu fico tipo: 'Muito obrigado por ter vindo, de onde você veio?'"
Eles parecem ser tocados pelos extremos aos quais seus apoiadores foram. Do lado de fora, os fãs até se agitaram vestidas como "bispos" em roupas vermelhas enquanto na Rússia, roupas de banana apareceram na multidão - uma piada sobre como Tyler e Josh, ambos com 30 anos, têm aversão à fruta.
"Nós fornecemos apenas alguns pedaços da inspiração, mas eles são os únicos que se tornaram o motor da coisa toda", diz Tyler. Além de Tyler uma vez "ficar na fila por oito horas, quando The Killers tocou minha cidade natal", nenhum deles foi a extremos extraordinários para seus grupos favoritos. “Nós desejamos que o nível de cultura dos fãs estivesse por perto quando éramos mais jovens”, observa Josh. "Porque muitas dessas histórias sobre como essas pessoas se conheceram e como elas se tornaram melhores amigas quando estão esperando na fila por horas e dias são inspiradoras e legais."
"Blurryface" tornou-se o primeiro disco da história a ter cada uma das músicas certificadas pelo menos em ouro. Quando eles colecionaram o Grammy em 2017 para Melhor Performance de Pop Duo / Grupo para o single "Stressed Out" (batendo Rhianna e Drake, e Sean Paul - um homem que os descreveu como "o novo Nirvana"), eles tiraram seus boxers em o caminho para o palco, lembrando-se de como uma vez eles assistiram ao show de premiação em suas calças em Columbus e disseram: 'Se algum dia ganharmos um Grammy, deveríamos recebê-lo assim'.
É indicativo de sua ambição. Tendo formado Twenty One Pilots como um trio na universidade em 2009, Tyler recrutou Josh e perdeu dois membros em 2011. “Desde o início, tínhamos grandes visões e sonhos de onde queríamos estar, então nada nos pegou de surpresa”, diz Josh , imperturbável. "O que seria mais surpreendente para as pessoas é quantas vezes nos olhamos e dissemos: 'Sim, é exatamente isso que imaginamos e o que vimos'.
Durante o ciclo "Blurryface", eles se lembram de vender pequenos clubes, teatros e arenas no mesmo ano. "Quando você diminui o zoom, você pode pensar: 'Ah, isso foi muito louco'", diz Josh. "Mas nós estávamos em turnê desde 2011 tocando em shows todas as noites, então você está perto demais para perceber isso. É como quando seu tio, que não o viu por um ano, chega e diz: "Você ficou muito alto".
As coisas mudaram, no entanto. Questionado sobre quem é o contato mais famoso em seu telefone, Tyler passa pela sua lista de contatos antes de parar em Chris Martin ("Isso é incrível de dizer em voz alta", ele ri) - o vocalista do Coldplay certa vez deixou uma mensagem de voz sobre a banda. Josh responde: Eu cresci ouvindo uma tonelada de Blink [182], então pensar que nos últimos anos eu me tornei amigo de Mark [Hoppus], é surreal. Quando eu era adolescente, eu nunca teria imaginado que iria trocar mensagens com ele.
Em outubro, quando lançaram 'Trench' - após um apagão de um ano sem envolvimento de mídias sociais ou shows, e uma trilha secreta para os fãs seguirem levando ao seu anúncio - ele só foi derrotado nas paradas por Lady Gaga e Bradley Cooper, com ‘Nasce Uma Estrela'.
Você pode argumentar que é igualmente cinematográfico: as pessoas sugeriram a Tyler que eles deveriam expandir suas promessas distópicas em um longa-metragem. "A intenção nunca foi, 'vamos escrever um disco que tenha força suficiente para se transformar em uma série da Netflix', mas é legal saber que criamos algo com substância suficiente para sabermos que essa pergunta está sendo feita", ele nega.
Além disso, embora camuflada na fantasia, e a mitologia Dema, com suas referências a religiões antigas como o zoroastrismo, "Trench" é, na verdade, uma dissertação sobre saúde mental do final de vinte anos. Nas composições, como nas conversas, Tyler diz suas coisas mais interessantes quando ele não olha nos seus olhos.
Tendo a narrativa preparada “durante anos”, ele tentou introduzi-la em “Blurryface”, cujo personagem principal é uma personificação de sua ansiedade e insegurança. Durante esse tempo, ele até se apresentou com as mãos e o pescoço revestidos de tinta preta - para representar o aperto tóxico de sua ansiedade. A maneira como ele descreve "Trench" é semelhante a um mapa psicanalítico do Google.
"É sobre usar a arte de contar histórias para entender melhor um problema muito menos fantástico que está navegando em sua própria psique e dando a ela um destino e lugares que você deve e não deve ir e os personagens que deve evitar. E isso pode ser encontrado dentro da luta de cada pessoa ”, diz Tyler.
"É interessante que 'Blurryface' - onde criei um personagem que representa tudo o que eu não gostei de mim mesmo e tudo o que estou tentando superar coincidentemente foi o álbum que realmente aconteceu para nós", continua ele. “O fato de sermos forçados a revisitá-lo todas as noites é uma lição valiosa em suas próprias inseguranças pessoais: você trabalha com isso, tenta superá-lo, mas nunca é algo que você pode simplesmente deixar de lado e se separar”.
Um trio de músicas em "Trench", Tyler se vê totalmente demitido e existe "fora da mitologia da série Netflix", como ele diz. 'Smithereens' é uma canção de amor bonitinha, dirigida por ukulele para sua esposa, Jenna Black, com quem ele se casou em 2015. 'Legend', entretanto, é uma homenagem ao seu avô, Bobby, que apareceu na capa do álbum de 2013 'Vessel 'ao lado do avô de Josh. Ele começou a escrever a faixa quando a demência de Bobby começou, mas seu avô faleceu em Março do ano passado, antes que pudesse ouvi-la.
Tyler: “Eu menciono nas letras: 'Eu gostaria que ela tivesse te conhecido.’ E eu estou falando da minha esposa, porque quando ela começou a aparecer, ele ficou pior. Ele costumava ser tão espirituoso e iluminava um quarto e mudava a dinâmica social de qualquer situação, e há centenas e centenas de histórias clássicas, mas quando ela chegou, ele estava indo depressa. Ele era imprevisível, não lembrava os nomes das pessoas, o que era um novo tipo de dor.”
Seus olhos parecem lacrimejar. “Meu pai me contou um momento no final - onde ele se lembrava do meu nome - e perguntou: 'O que o Tyler está fazendo?'. Ele sempre perguntava e meu pai tentava explicar: "Ele está em uma banda, toca música". E ele disse: "Bem, eu quero ouvir uma música".
E isso foi antes de eu escrever qualquer coisa para "Trench". Meu pai está dirigindo o carro e ele continua insistindo: "Bem, eu quero ouvir uma música!". E meu pai não tinha nenhuma música no carro. Por puro desespero, ele liga o rádio e agita o dial algumas vezes e uma de nossas músicas está ligada e ele pode dizer: "Lá - aí está ele e esta é a sua música".
“E assim, de uma maneira estranha, você pode pensar em todo o sucesso e reconhecimento que tivemos, foi apenas para preencher uma pequena história onde meu pai foi capaz de mostrar ao meu avô a música que eu escrevi naquele momento no rádio."
Em ‘Neon Gravestones’, tipo Post Malone, Tyler corre contra a alegoria de alguém tirando a própria vida de alguma forma "glamourosa" em vez de uma tragédia, cantando: "Na minha opinião, / Nossa cultura pode tratar uma derrota / Como se fosse uma vitória”, E a fetichização irresponsável do Clube 27 (“ Eu poderia desistir e aumentar minha reputação / eu poderia sair com um estrondo / Eles saberiam o meu nome”).
"Eu estava com medo dessa música", diz Tyler. “Então, essa música é muito preta e branca. Eu trabalhei duro em cada pronome. Porque eu sabia que era um assunto delicado, a última coisa que eu precisava era que alguém entendesse mal o que eu estava tentando dizer. Eu estava com medo de não me esconder atrás da metáfora. Eu entendo que há riscos em ser mal interpretado ou deturpado. Há uma chance absoluta de ofender as pessoas ou parecer desonra, mas eu realmente queria focar nas pessoas que estão aqui para ouvir. Eu queria apontar algo que gostaria de ouvir quando estiver passando por esses pensamentos.”
Tyler aplaude a nova geração de artistas falando abertamente sobre sua saúde mental e desabilitando o estigma. "Eu acho que nossa cultura, quando se trata de suicídio e depressão, deu um grande salto", diz ele. “Estou tão orgulhoso de que a música tenha liderado a capacidade de falar sobre isso tão abertamente, e falar sobre isso é muito importante. Então, de certa forma, eu realmente sinto que há um grande lado disso que tem sido coberto com "vamos falar sobre isso, tipo, você não é louco, não há nada de errado em apenas olhar quantas pessoas passam por isso".
"Trench" culmina com a abrangente "Leave The City", que Tyler descreveu como uma "crise de fé". Tanto ele como Josh foram criados em lares religiosos. O pai de Tyler era o diretor da escola cristã que ele freqüentava; quando Josh era mais jovem, a maioria da música secular foi banida, deixando-o para esconder contrabando de álbuns do Green Day debaixo da cama.
"Um dos equívocos é por causa de onde estamos e do que conquistamos - e porque as pessoas acham que temos um estilo de vida de rock louco - que aprendemos que não precisamos mais de Deus", explica Tyler. "E não é isso."
“Eu sou o tipo de pessoa que precisa desafiar tudo e minha fé é algo que eu sempre passei por temporadas fortemente desafiadoras e uma vez que eu coloquei em teste e vi o que é, eu sou capaz de aceitar isto. Durante 'Trench', houve momentos específicos em que você conseguiu ver onde eu estava em minhas temporadas de desafio e re-aceitação - e eu definitivamente estava passando por um momento desafiador. ”
“A questão é: preciso de Deus? A verdade é que não tenho resposta para isso alguns dias. Alguns dias eu tenho, e porque eu escrevo músicas, eu escrevo letras - você vai me ver entender. Não posso deixar de abordar esses tipos de perguntas porque é por isso que comecei a escrever músicas em primeiro lugar. ”
Essas grandes questões estão à espreita sob o capô de um carro muito brilhante. A razão pela qual twenty one pilots provaram ser tão bem sucedidos comercialmente é porque as próprias canções transbordam de ganchos. Você não precisa saber que "Leave The City" envolve uma crise existencial - ou exige um guia turístico para Dema - para aproveitar o fato de soar como M83 produzindo My Chemical Romance em sua pompa da Black Parade.
O que não pode ser exagerado é o quão divertido é o espetáculo ao vivo de Twenty One Pilots. Hoje à noite, eles se abrem com Josh segurando uma tocha acesa, incendiando um carro, e assistindo a fusileantes de shows de mágica de Vegas, kits de bateria de multidões, homens vestidos de Hazmat borrifando névoa na platéia, confetes e uma competição para encontrar o melhor pai dançarino.
Não é surpresa que Tyler diga que ele é competitivo: como alguém que já foi oferecido uma bolsa de basquete, pode ser. Coloque-o com outra banda e é como hamsters compartilhando uma jaula.
Quando eles assinaram com o emo-citadel Fueled by Ramen - lar dos amigos Paramore e Panic! At The Disco - Pete Wentz do Fall Out Boy levou-os sob sua asa para martelar isso fora deles. "Ele nos mostrou como ser bons irmãos", diz Tyler. "Quando começamos a tocar localmente, você estaria na lista com outras nove bandas. Você queria que eles explodissem, então você viria e roubaria o show. Quando saímos em turnê como o ato de abertura do Panic! e Fall Out Boy, nós tínhamos a mesma mentalidade, mas Pete disse: "Veja todas aquelas pessoas lá fora - vá e faça fãs".
"E eu nunca percebi...", diz ele com total sinceridade e sem nenhum traço de hipérbole em sua voz - "as pessoas poderiam ser fãs de mais de uma banda. Mas estaríamos mentindo se disséssemos que a vantagem competitiva desapareceu completamente. Queremos ser os melhores - e manter todos os outros afastados”.
Enquanto "Trench" foi escrito principalmente por Tyler em seu estúdio no porão em Columbus e enviado para Josh (que agora vive em Los Angeles), seu acompanhamento está sendo escrito na estrada. Ele irá aprofundar ainda mais no folclore de twenty one pilots. "Há um personagem sobre o qual não se fala que desempenha um grande papel e é provável que este seja o próximo passo", diz Tyler.
Josh, por sua vez, tem um casamento para se preparar, tendo se comprometido com a ex-aluna do Disney Channel, Debby Ryan, em Dezembro. Ele brinca que entrará na igreja com solos de bateria. Mas o que há em ambas as mentes é o final da turnê no Reino Unido - estrelando no Reading e Leeds em Agosto.
“Reading & Leeds é um dos primeiros festivais que assistíamos quando nos conhecíamos”, diz Tyler. “Nós assistíamos a vídeos na internet. Nos concentramos nesse programa há meses, no que a produção vai ser.”
Tyler olha para os sapatos, frustrado consigo mesmo. "Não consigo expressar exatamente como isso é importante, mas estamos muito animados em poder provar que esse é o lugar onde pertencemos. Nem todo mundo está lá na platéia para ver você e você tem que conquistá-los, você tem que trabalhar duro para eles. Há outras bandas tentando se destacar e estamos prontos para tirar a cabeça deles.”
Resistência - liderada por bandidos ou não - é fútil.
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